Archive | Setembro 2013

BLINDNESS

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Am I blind? Are you blind? 

Are we blinds in a fairytale ?

This is all I see. Egocentric people, fake people in a fake world.

All products of the individuality.

Friends? What friends.

Love? What kind of love? By yourself, itself or for nobody else?

I´m not perfect I know. I try to be. All “mission failed”.

But I don´t deny my origins. The bad, the good or the ugly.

One ” friend” one day said to me: This is fucking me. 

The fucking idiot? the silly one? the sad one.

Or one more that lose his own reasons to live, to smile and love itself.

Or just one more peace of fat in the middle of the crowd.

And how I said one time, these loneny crowd.

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CASANOVA SUBURBANO

 

No auje dos meus quase 30 anos sempre fui um cara  disposto a quebrar regras. Desde pequeno  mais que disposto a ser o rebelde da família, aquele que as pessoas viam e diziam:

“ Mas como pode? Um menino tão bonitinho, olha os olhinhos inocentes, e esse cabelo loiro, parece um anjo… Como é possível ele ser tão travesso!”

Pois é, como diz o ditado, ou sei lá que porra é: As aparências enganam; Não julgue um livro pela capa; Lobo em pele de cordeiro. Nunca fui afim de ser compreendido, de explicar nada. Estou aqui para confundir e anarquizar.

Mas acho que você, querido leitor está interessado em saber que regras eu quebrei, quais convenções burlei, então vamos lá.

Tudo começou quando tinha nove anos. Minha mãe trabalhava horas a fio para garantir o nosso sustento. Ela era enfermeira e tinha uns horários malucos, e como eu era apenas um moleque não podia ficar sozinho durante a noite pois era perigoso. Ela resolveu então pagar uma babá para tomar conta de mim, me dar de jantar e me ajudar na tarefa da escola. Achei um saco e uma total perda de dinheiro pagar uma babá, mas quando a vi achei uma ótima idéia. Seios fartos, cabelos cacheados, cintura fina e uma bundinha que só você vendo.

Eu que nunca tinha visto tamanha gostosura tão perto logo comecei a sentir que as coisas mudariam pra melhor. Na primeira semana em que ela está comigo me masturbo pela primeira vez. Adrenalina ao deslizar  minha mão no meu pau que cresce rapidamente e duplica de tamanho. Grito no banheiro: Caralho! Com a mão suja de alguma coisa que parecia cola, perco a consciência por um segundo e desperto com minha adorável babá batendo na porta: “Ei, o que houve? Você está bem?”

Não conseguia me concentrar perto dela, estávamos no verão e ela usava umas blusinhas de alça que comprimia os seios e pequenas gotas de suor enfeitavam seu colo, eu olhava aquilo e já não conseguia mais disfarçar. Ela batia a mão na aba do meu boné de dizia: “Mocinho, mocinho, vou contar tudo pra sua mãe.”

Um mês se passou e todos os dias acordava de pau duro. Era de lei, olhava para um lado e para o outro e saia do meu quarto correndo para o banheiro. Não sabia mais o que fazer.

Num fim de tarde quente do cão, minha babá que transpirava horrores disse que não estava se sentindo bem, que iria tomar um banho para se refrescar. Passa-se uns 20 minutos e acho estranho a demora, bato na porta do banheiro, chamo por ela, pra saber se estava tudo bem.

A porta não estava trancada, ela não me respondeu, pensei “ A menina morreu lá dentro!”  Empurro a porta lentamente e tenho a visão mais maravilhosa do mundo. Ela está sentada no chão do banheiro, pernas abertas, acariciando  os seios e levando o chuveirinho à  buceta coberta de pelos. O vapor do banheiro fazia dela uma miragem. Ela gemia baixinho, a água escorria entre as pernas dela. Ver aquilo me deixou paralisado. Decido sair de mancinho mas ela diz: “ Sei que está ai, mocinho. Vem cá, preciso de você.”

Obedeço ao chamado, entro no box, tiro o boné e jogo perto da pia. Ela passa a mão no meu rosto, com a boca molhada, os cabelos caindo sobre o seios,  ela gentilmente conduz sua boca em direção da minha. Me beija lentamente. Leva minha boca em direção aos seios dela e diz: ” Chupe devagar, mame mocinho, meu bebê, com carinho”.

Chupo, chupo com força, ela geme, olho nos olhos dela, mas não sou tão inocente, sei que posso mais que isso. Mordisco os mamilos dela, ela me olha espantada mas não consegue me barrar.

Deslizo minha  mão pela barriga dela e desço até onde a ducha está fazendo seu trabalho. Brinco na porta de entrada da sua buceta e ela me diz: O que pensa que está fazendo ai?

Com um olhar malicioso  digo: “Você sabe que não sou tão bobinho assim.”

Enfio o dedo nela, ela dá um gritinho, continuo chupando os seios de minha babá e com o dedo massageio o botãozinho engraçado que ela tem entre as pernas. Não sei o que é. Sei que a deixei louca, a ponto dela se contorcer na minha frente. Eu, um menino de nove anos fazendo uma moça de 16 se contorcer? Acho que isso não acontece todos os dias…

Ela ficou tão fora de si que tirou minha bermuda e puxou meu pau pra fora da cueca  e o colocou todinho na boca. Agora quem gemia era eu. Ela fazia movimentos de sucção, lambia, movimentava a boca em movimentos de vai e vem e de repente sinto uma leve pressão saindo do meu pau, é pouca coisa, parece um creminho, sei que ela lambe tudo e depois me beija na boca.

Aquele dia foi inesquecível, pena é que depois da nossa loucura, ela disse a minha mãe que não poderia mais cuidar de mim, que estava com problemas pessoais e que precisaria de tempo para resolver.

Foi uma experiência e tanto, e depois disso não parei mais. Beijava as meninas no colégio, algumas dela até pegaram no meu pau que ia se desenvolvendo a olhos vistos.

Aos 13 anos tive minha primeira namoradinha,e quase tenho minha primeira vez. Fomos ao cinema assistir  a mais um filme do Homem morcego e após muito insistir fiz com que ela me pagasse um boquete no cinema. Foi bom pra caralho, gozei na boca dela e pra ela engolir teve que beber muita coca cola.

Finalmente aos 16 tive minha estréia. Foi com minha segunda namorada. Ela era filha da diretora da escola. Um pé no saco, vivia me chamando a atenção pelos corredores, e me pegou fumando no banheiro, me ameaçou e tudo, disse que iria contar pra minha mãe. Uma vaca velha, eu dizia.

Desencanei da velha porque ela poderia ser minha futura sogra , afinal, estava namorando a delicinha da filha dela.

Um belo dia a levei até a casa dela, ela não queria que eu entrasse, mas  implorei dizendo que precisava mijar. Ahá, ia ser hoje, estamos nos amassos durante quase seis meses, não aguentava mais tanta esfregação.

Depois que entramos o clima mudou, abracei-a pela cintura e dei as lambidinhas na orelha que sei que ela adorava. “ Para, você disse que ia fazer xixi”, ela diz já se derretendo toda.

Coloquei minhas mãos embaixo da camiseta da escola dela e desprendi o fecho do sutian. Eu disse: “ Ah, não seja má comigo, deixa eu dar só uma mamadinha, por favor amor.”

Levantei a camiseta dela e me esbaldei naqueles seios branquinhos, de biquinhos rosa.

Passei a mão no meio das pernas dela e ela se encolheu toda. Ela disse “ Me dá cinco minutos?” e correu para o banheiro.

Não queria que ela corresse, queria sentir o gostinho dela do jeito que estava, mas garota é sempre vaidosa. Tirei meu pau pra fora, passei a mão e cheirei pra ver se estava com mau cheiro. Pensei comigo, caralho… acho que preciso de dois minutos e meio hahaha.

Corri na pia da cozinha e lavei meu pau lá mesmo. Enxuguei com o pano de prato de bolinhas da vaca da diretora.

Quando voltei pra sala vi minha deliciosa namorada sentada no sofá só de camiseta. Fiquei de joelhos e meti minha cara entre as pernas dela. Fiz um oral inesquecível, com direito a chupões, enfiadas de língua  e dedos hábeis naquela grutinha rosa.

Fomos pro quarto dela, sem mais delongas coloquei a camisinha e entrei sem dó. Ela gritava tanto que pensei que poderiam bater na porta da casa achando que tinha algum tarado na área. Bem, o tarado era eu, mas foda-se não ia sair de dentro até concluir minha missão.

Enquanto habilmente fazia o manjado entra e sai, mamava nos peitos dela e ela estava tão louca que quase perdeu os sentidos. Digo a ela que quero gozar na boca dela, ela diz que não, mas que poderia  usar os seios. Então eu fiz. Foi sublime. Ela encerrou a nossa tarde com uma leve lambida no meu pau, afinal, segundo ela, ela não estava preparada para colocar tudo aquilo na boca.

Fui  ao banheiro me limpar. A camisinha joguei no lixo descaradamente, acho que no fundo queria que a vaca da diretora, ao retirar o lixo achasse o meu presentinho. Contei com a sorte e o acaso.

Meu namoro durou cerca de um ano. Depois de mudei de cidade, tive outras garotas, algumas até casadas, sabe como é, casadas com fogo no rabo. Mas nunca me prendi a ninguém.

Sou do mundo. O mundo é meu. Quero tudo e nada. Viver o momento. Sem regras, sem arrependimentos.

Trabalho numa multinacional. Ganho o suficiente para pagar meu apartamento na região central. Sou um aspirante a escritor. Minhas referências confirmam meu caráter. Minhas experiências  e visões rendem boas estórias. Compro, bebo, transo e sonho.

Sonho muito. Sou um Casanova. Do subúrbio. De todas e de ninguém.

ESTÍMULOS

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Ao procurar no dicionário encontramos a definição de língua como órgão externo responsável por auxiliar na mastigação e o paladar . Sem ela nada de sentir o doce, o amargo, o quente e o frio.

É responsável  também pela articulação dos sons. Sem língua, nenhum ah!

Encontramos também a Língua como linguagem e conjuntos de expressões sonoras partilhados pelos seres humanos. Entre coisas sérias e importantes, um monte de sacanagem que aprendemos a pronunciar para nos expressar.

Seres humanos. Seres sacanas. Sedentos por estímulos. 

Mas como toda essa fisiologia e linguística parece ser insignificante quando vejo sua boca e sua língua desse jeito?

E é nisso que penso quando vejo você e sua boca: sugá-la, beijá-la e sentir ela deslizando em mim. Sussurrando em meus ouvidos, estimulando meus mamilos e deslizando em direção a fonte de meu prazer.

Um puta estímulo para mim é vê-la pela manhã passando um batom nos lábios, mostrando a língua pra mim me provocando, ou passando a língua nos lábios quando estás ressecada.

Fico louco. Esqueço das origens, das definições e de todo o resto. Esqueço do mundo. Dos problemas. Quero saber apenas de nós e o que você faz com essa língua.

Língua essa que me manipula verbalmente, me chupa, me engole e me devora.

Língua essa que me provoca. Me explora. Me enlouquece e vai embora.

 

 

NUM PISCAR DE OLHOS

Tenho medo.

De quê?

De você.

Por quê?

Eles se olham, calculam a distância.

Porque faz eu querer o melhor e o pior de mim.

A distância desaparece num piscar de olhos.

A pele arrepia, o coração palpita, a boca resseca.

Medo e dúvida aprisionados, manipulados. Extasiados.

Num ato.

Beijos, abraços, apertos e amassos.

Saliva, suor e gozo.

Movimentos ritmados, sincronizados.

Desejos realizados. Prazer compartilhado.

 

 

ARMADURA

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Acordei um dia me sentindo diferente.

Um peso a mais nas costas, andar pesado,

ombros e consciência pesada.

Movimentos calculados, temendo o inesperado.

O novo, aquilo que não se pode controlar.

Observo-me com atenção. O que vejo além da pele carente de toque?

Uma armadura.

Armadura essa que me afasta e me esconde dos outros,

Que me defende dos outros e de mim mesma.

Armadura que assume o controle.

Armadura mental, canibal. Devoradora de vontades, de coragem.

Domina e manipula.

Egocêntrica e egoísta.

Esquisita. Parasita.